30 maio, 2003

MUIIIITOOO BOA!


CRÔNICA DE UM CASAMENTO NO INTERIOR

CENAS DE UM CASAMENTO

Dizem que é verídica...
Isso aconteceu no RS (na cidade de Amaral Ferrador).

Conheceram-se no casamento do primo Tavinho. Apaixonaram-se e, 4 meses
depois,resolveram casar. Duzentas pessoas compareceram à pequena
igreja. O
padre,visivelmente cansado da viagem, e com a batina amassada começou o
sermão:


-"A data de hoje é muito importante...
Duas pessoas que se amam e se respeitam vão unir-se aos olhos de
Deus... Assim como o respeito e o companheirismo, o sexo também é
fundamental para uma aliança duradoura".


Os convidados se entreolharam em silêncio, pensando que ia ser só uma
menção sob a ótica da procriação.

- "O sexo bem feito pode segurar o homem em casa e garantir também a
fidelidade da mulher..."

A mãe da noiva aperta forte a mão do marido.

- "Marcelo, você deve respeitar a vontade da Tatiana quando ela não
quiser ter relações... Mas isso não deve ser motivo para desgastes... O
que eu
sempre recomendo, nessas horas, para meus fiéis, é o prazer solitário, a
masturbação... Que dá maiores resultados quando se passa um creminho na
face interna da mão".


Os convidados reprimem o riso. A mãe da noiva começa a suar dentro do
vestido mostarda alugado. O pai ameaça interferir, mas se coloca no seu
lugar de
cordeiro de Deus e relaxa.

-"Tatiana, você não deve se conformar só com a posição "papai e mamãe".
Ser ativa, no matrimônio, também é muito importante. Quando seu marido
chegar cansado do futebol, por exemplo, você deve ficar por cima dele.
Essa
posição, além de dar uma folga para o esposo, também é excelente para
que a
mulher atinja o orgasmo, já que o contato do clitóris com a pélvis do
marido é
mais intenso. Se você, Marcelo, tiver um pênis muito avantajado, e que
Deus
o conserve assim, é conveniente que vocês escolham fazer amor de lado.
Assim, você evita machucar a sua companheira, sem perder o
prazer".

Os convidados deixaram o riso transbordar como água num dique
perfurado. Algumas mães, horrorizadas, tampam os ouvidos dos filhos.
A essa altura, a mãe da noiva começa a se abanar com as folhas da
decoração do
altar. O pai olha o relógio na esperança do sermão estar chegando ao
fim. Mas o Padre, com a maior naturalidade do mundo, continua:

-"O coito anal deve ser praticado de vez em quando para não estagnar a
relação. Se o seu orifício anal for muito apertado, Tatiana, você poderá
usar o
lubrificante íntimo Molhadinha e Discreta da Smart & Helmet ou o famoso
KY Gel da
Jonhson & Jonhson que são incolores e não tem cheiro... Você também pode
encontrar, em sexs shops, alguns lubrificantes de sabores
extravagantes como, por exemplo,Piña Colada..."

Alguns convidados sentam para rir. Outros, começam a ficar com tesão e
loucos para enfiar a mão por debaixo dos vestidos das mulheres.

O padre pega o copo de vinho e, dizendo umas palavras em latim, oferece
ao casal.


-"Quando a noiva estiver menstruada ela deverá avisar o marido antes da
relação. Apesar das chances de engravidar serem bem menores, alguns
cônjuges não gostam de fazer amor nesses dias".

A mãe da noiva já começa a apresentar sinais evidentes de tontura, ora
branca como papel, ora vermelha como pimentão e o pai, com a boca
trêmula, de
taquicardia.

Enquanto isso, o padre abençoa a hóstia e a coloca na boca dos noivos, e
continua o seu discurso:

-"O sexo oral também é muito importante... Tanto para o homem quanto
para a mulher... Por isso é fundamental que o casal mantenha os seus
órgãos
sexuais sempre limpinhos e saudáveis. Muitas mulheres, só conseguem
atingir o
orgasmo através do sexo oral... E, a maioria dos homens, não vive sem um
bom
chupeteco".

A mãe da noiva faz que vai desmaiar. Os padrinhos também se controlam e,
junto com os convidados, começam a rir, enquanto o fotógrafo japonês, de
terno listrado, dispara um clique atrás do outro, tropeçando nos degraus
do altar.

Finalmente, o Padre abençoa o casal, introduzindo, em seus dedos, as
alianças.

-"Se a tentação for muito grande, a infidelidade até será permitida
perante o Senhor... Mas nunca sem camisinha . Aproveito para lembrar que
as
camisinhas Loló, Hot, Red and Wet e Fuck me Baby foram as únicas que
passaram nos
testes de qualidade do Inmetro e do Ministério da Saúde. Os convidados
podem
sentar-se..."

Neste instante, um tio da noiva não resistiu e interveio ferozmente.

- Escuta aqui ô seu padre, que diabo de sermão é este? Isto mais parece
um manual de sacanagem. Dê por encerrada esta cerimônia
imediatamente!!! Pelo jeito tu também deve ser um daqueles padres
pedófilos. Cai fora, seu depravado!! E mais, o nome da minha sobrinha
não é Tatiana e do noivo não é Marcelo.

Silêncio profundo no altar e no templo...

O "padre", agora com um olhar de surpresa, desculpa-se.

-"Olha aí gente, não levem a mal não, eu também não sou padre, sou ator,
fui contratado por amigos dos noivos pra fazer esta brincadeira, mas
acho que errei de casamento!! Mas se serve de consolo, lhes asseguro que
essas dicas servem muito bem para todos que moram neste cú de mundo.
-Fui!!!"

Dizem que a cidade de Amaral Ferrador nunca mais foi a mesma....
Sinto saudades de conversar com você ...

27 maio, 2003

XUXU
Xuxu, música plagiada pra vc .. te adoro .. !!

Beleza É
Luciana Mello

Só vim te ver
Beijar você
...
eu só quero saber de te amar
Você pra mim
É amor sem fim
Não quero te deixar
Meus sentimentos
Meu corpo a te tocar
Traz a paz entre nós
Não preciso falar
O brilho que está
No teu olhar
É igual tanto amor
Que tenho pra dar
Esqueça as brigas, então
Esse orgulho, essa dor
E abra o seu coração
Ao que Deus criou!
A vida é
Beleza é
Acordar ao seu lado
Beleza é
A vida é
Um sorriso, um abraço!
Aí fiquei inspirada e achei isso na net .. no site www.omelete.com.br
Bacana d+ .. pra matar a saudade .. heheheh
Durante anos, Chaves foi um fenômeno de audiência apostando em um humor simples, do povo para o povo, sem alçar vôos intelecualóides ou apelar para a baixaria, como o que se vê em tantos programas humorísticos, especialmente os da televisão brasileira. Infelizmente, nada que é bom dura muito e depois de anos no topo, o show do Chaves começou a perder audiência, principalmente depois da saída de Ramón Valdéz - o Sr. Madruga - e o afastamento de Carlos Villágran, que interpretava o Quico. Surgiram, na época, o carteiro Jaiminho e a bisavó da Chiquinha, a Dona Neves, para ocupar o vácuo. A audiência continuou caindo e, depois de mais de 200 episódios, Chaves foi cancelado.
Como já foi dito acima, além da fórmula do humor simples e ingênuo, a maior força do Chaves estava no carisma de suas personagens e dos atores que os interpretavam. Isso pode ser comprovado no perfil de cada um deles:



· Chaves (El Chavo del Ocho) - Roberto Gómez Bolaños:
O órfão sardento, atrapalhado e meio tonto que dá nome ao seriado.
Usa roupas gastas, vive na rua e passa a maior parte do tempo morrendo de fome. Segundo diz, vive no apartamento oito - daí o nome do programa - apesar de passar 90% do tempo escondido num barril que fica no pátio da vila. Também afirma que "Chaves" é apenas um apelido, mas sempre é interrompido todas as vezes que está prestes a revelar seu verdadeiro nome a alguma das outras personagens da vila.
Sonhador, corajoso, sensível, leal, briguento e tonto que nem uma porta, Chaves é tão carismático, que atrai o carinho de todos ao redor. Miserável, vê no seu Madruga o pai que nunca teve, mesmo quando este lhe dá uns cascudos e se vale de uma imaginação limitada apenas por seu baixo Q.I. para brincar como qualquer criança. Também devido à sua pobreza, o moleque é obrigado a se virar para ter o que comer. Trabalhando como engraxate, servente de garçom ou fazendo bicos para os demais habitantes da vila, Chaves é uma versão bem-humorada de muitas crianças desta faixa etária que podem ser encontradas na grande maioria dos cortiços, vilas e favelas da América Latina. Talvez aí esteja a razão de sua longevidade.
Hoje em dia, Roberto Bolaños ainda trabalha e vive no México, ao lado da esposa e companheira de televisão, Florinda Menza.


Seu Madruga (Don Ramón) - Ramón Valdez Castillo:
O "Seu" Madruga é daquelas personagens coadjuvantes que acabam ganhando tanto destaque quanto o protagonista. É impressionante o número de sites dedicados exclusivamente ao velho pai da Chiquinha. A popularidade do Madruga é tão grande que gerou várias lendas. Uma delas dá conta de que os Ramones, banda que muitos consideram a mãe do punk rock, teve seu nome inspirado pelo personagem - no original, Don Ramón.
O velho Madruga, pai da Chiquinha, é viúvo, pobre, desempregado e um tanto quanto iletrado, já que nunca terminou os estudos. Usando roupas velhas e acabadas, é o alvo preferido das chacotas de Chaves & cia, que adoram lhe apelidar de coisas como "chimpanzé reumático". Bode expiatório da vila, sempre dá o azar de se meter nas brigas entre o Chaves e o Quico, o que lhe rendem um bom tabefe da mãe do menino, a dona Florinda. Além disso, deve religiosos 14 meses de aluguel ao senhorio, o Senhor Barriga, e tem que se virar fazendo bicos para pagar pelo menos um mês desse montante a fim de evitar o despejo. Alvo constante das pancadas do Chaves e das cantadas da Dona Clotilde, que vive tentando conquistá-lo pelo estômago, o "seu" Madruga tenta sobreviver como pode.
Infelizmente, Ramón Valdez faleceu em 9 de agosto de 1988 depois de lutar nove anos contra o câncer de pulmão diagnosticado em 1979, obrigando-o a abandonar o show do Chaves.


Quico (Kiko) - Carlos Villagrán:
Imagine a criança de oito anos mais tonta que você já viu. Multiplique isso por 10 e o resultado será o Quico.
Filho da esquentada Dona Florinda, Quico tornou-se órfão de pai ainda muito jovem. Seu genitor, um marinheiro, morreu devorado por um tubarão quando o navio no qual viajava naufragara. A pensão do falecido faz com que a renda da família seja maior do que a da média dos demais moradores da vila. Somando-se a isso o fato de ser filho único, temos em Quico um menino egoísta, que adora contar vantagem sobre os demais, especialmente o Chaves. É só o Chaves arrumar uma bola de trapos, por exemplo, e lá vem o Quico com uma enorme bola de praia. Mimado, a qualquer sinal de perigo corre para os braços da mãe que, invariavelmente, conclui que o Seu Madruga fez o filho chorar e lhe dá uma bofetada (99% das vezes, o responsável pelo choro do Quico é o Chaves). Suas bochechas exageradamente grandes são alvo dos garotos da vila, que adoram dizer que o "Quico tem bochechas de buldogue velho". Apesar disso, é um menino sensível e inseguro que adora seus amigos, especialmente o Chaves. Não que seja muito de demonstrar isso, é claro.
A química existente entre Bolaños e Villagrán era outro dos trunfos do programa. O Chaves era engraçado por si só, mas funcionava muito melhor ao lado do Quico. A saída prematura de Villagrán do elenco, devido a diferenças criativas e pessoais com Bolaños foi um dos fatores que contribuíram para o declínio da série, que logo em seguida perderia Ramón Valdez.
Atualmente, mora em Guadalajara, México, e tem um circo, El Circo de Kiko. A briga com Bolaños, que durou vinte e dois anos, faz parte do passado e ambos retomaram a amizade de outrora.


Chiquinha (Chilindrina) - Maria Antonieta de Lãs Nieves:
Baixinha, esperta e, como é de praxe na série, um pouco tonta. Chiquinha (apelido dado pelo pai devido às sardas que a menina herdou da bisavó, a Dona Neves) é filha única do "Seu" Madruga. Assim como o Quico é uma menina muito mimada e atrevida, que não tem escrúpulos ao lutar por seus objetivos, principalmente quando se trata de dar golpes nos demais garotos da vila. Graças a isso, sempre tira moedas e pirulitos de Chaves, Nhonho e, principalmente, do Quico.
Chiquinha é apaixonada pelo Chaves, com quem diz que,um dia,acabará se casando, não que o garoto compartilhe da mesma idéia ou sentimentos. É também muito ciumenta com relação ao pai e trata de sabotar, sempre que necessário, seus parcos relacionamentos amorosos. Invejosa, tem uma rixa pessoal com a garota Pópis, prima do Quico, e com Paty, garota que permaneceu pouco tempo na vila, pela qual o Chaves se apaixonou
Maria Antonieta ainda faz apresentações como sua antiga personagem no México, cantando e atuando.


Dona Florinda (Doña Florinda) - Florinda Menza:
A viúva mãe do Quico, que, devido ao fato de possuir uma situação financeira ligeiramente melhor do que a do restante da vila, acredita fazer parte da alta sociedade. Ranheta e mal-humorada, reclama de tudo e de todos, o que faz com que o Chaves e a Chiquinha se refiram a ela como "Velha Corcomida" ou "Velha Coroca". Dona de um pavio curtíssimo, costuma estapear o "Seu" Madruga sempre que vê seu filho chorando, mesmo que o pobre coitado não tenha nada a ver com o caso.
Apaixonada pelo Professor Girafales, todo seu mal-humor transforma-se em uma doçura pra lá de brega quando ele a visita na vila. Se juntos, o mundo pode acabar que ela só tem olhos para o professor. Dona Florinda espera, assim como o Quico, que ele a peça em casamento o mais rápido possível. Não que isso vá acontecer tão cedo...
Na vida real, Florinda Menza é casada com Roberto Bolaños, com quem ainda trabalha.


Nhonho (Ñoño) - Edgar Vívar:
Popularmente conhecido como "almôndega de patas", Nhonho é filho do Sr. Barriga, de quem é uma cópia quase fiel (ambos são interpretados pelo mesmo ator). Diferentemente dos garotos da vila, Nhonho é relativamente abastado e extremamente generoso no que diz respeito a sua vultosa mesada e brinquedos. Só não peça a ele para ser generoso com sua comida. Aí, a coisa muda de figura. Qualquer pedacinho de seus lanches gigantescos fazem tremenda falta ao seu estômago.
Apesar de sua situação econômica privilegiada, Nhonho estuda na mesma escola pública da qual são alunos todas as crianças da série e passa bastante tempo na vila, brincando (e brigando) com Chaves e Cia.
Edgar Vívar mora atualmente em Los Angeles, Estados Unidos, e trabalha em seu próprio circo.


Popis (idem) - Florinda Menza:
A garota fanhosa e mimada, prima mais nova do Quico e tão tapada quanto ele. Personagem coadjuvante, Popis nunca teve destaque. Ingênua, sempre cai nas armações dos outros, o que torna alvo preferido da Chiquinha.
Sua melhor amiga é a boneca de pano Serafina, com a qual conversa, pede conselhos e mesmo bronqueia quando esta, supostamente, faz algo errado.



Professor Girafales (Professor Jirafales) - Rubén Aguirre:
Alto, culto e inteligente (para os padrões da série, claro) o Professor Lingüiça, digo, Girafales, tenta dar alguma cultura e educação às crianças da vila. Tarefa deveras complicada para quem tem que lidar com figurinhas como Chaves, Quico, Chiquinha e Godines, dentre outros. Assim como a esmagadora maioria dos professores tupiniquins, Girafales não goza de uma grande saúde financeira, uma vez que, mesmo no México dos anos 70, o salário dos profissionais de educação era uma merreca. Isso talvez seja um dos maiores entraves nos sonhos de casamento de Dona Florinda. Afinal, apesar de ser um cara romântico e sonhador, Girafales sabe muito bem que não pode se dar ao luxo de sustentar mais duas bocas com seu salário.
As últimas notícias que obtive de Rúben Aguirre, que não são muito recentes, davam conta de que ele atuava em seu próprio circo na cidade de Monterrey, México.



Dona Clotilde (Doña Clotilde) - Angelines Fernandes:
A Bruxa do 71, digo, a Dona Clotilde é uma solteirona apaixonada pelo "Seu" Madruga. Devido ao fato de ser um tanto quando idosa, ganhou o apelido de Bruxa do 71 das crianças da vila (ela mora na casa de número 71), que acreditam piamente que a velha é adepta da magia negra. Isso faz com que sintam medo até mesmo de chegar perto e usam-na como bode expiatório para as esquisitices que às vezes acontecem na vida. O triciclo do Quico sumiu? A Bruxa fez desaparecer. A Chiquinha comeu demais e teve problemas estomacais? Foi mal-olhado da Bruxa. E por aí vai...
Apaixonada pelo "Seu" Madruga, que acredita ser seu passaporte para a vida de casada, tenta conquistar o coitado com sua principal arma, a culinária. Infelizmente, para ela, o Madruga corre do casamento da mesma forma que o diabo corre da cruz.
Angelines faleceu em 1994, aos setenta anos, vítima do tabaco.



Sr. Barriga (Idem) - Edgar Vívar:
A cena é clássica: basta o Sr. Barriga aparecer na vila para cobrar os aluguéis que é recebido por uma pancada involuntária do Chaves. E nem adianta tentar entrar escondido ou protegido com um capacete, o resultado sempre é o mesmo.
Batizado Zenom Barriga e Pesado, o Sr. Barriga é o dono da vila. Bem de vida, prefere ele mesmo cobrar os aluguéis dos inquilinos da vila, economizando o salário de um cobrador. Apesar de querer dar uma de durão, o Sr. Barriga é um cara amigo, sensível e compreensível. Se assim não o fosse, como deixaria um homem como o "Seu" Madruga permanecer em uma de suas casas mesmo com 14 meses de aluguel atrasados? Ou toparia levar o Chaves para uma viagem à Acapulco, mesmo sendo recebido com uma pancada todas as vezes que chega à vila?
Casado, passa a maior parte de seu tempo com o filho Nhonho, de quem é a cara e o focinho, já que sua esposa passa quase que o tempo todo em viagens de negócios na Espanha.

Dona Neves (Doña Neves) - Maria Antonieta de Lãs Nieves:
A bisavó esclerosada da Chiquinha é uma senhora que se acha mais jovem do que realmente é. Por isso, a velha adora se meter nas brincadeiras das crianças, como pular cordas ou jogar bilboquê. Retrato fiel de como será sua bisneta no futuro, a Dona Neves vive arrastando asa para o carteiro Jaiminho - que corre dela que nem o diabo da cruz - e arrumando confusões com a Dona Florinda e a Dona Clotilde, especialmente no que diz respeito à ordem de uso do tanque comunitário existente no pátio. Além disso, a amalucada anciã ainda teve que herdar a dívida de quatorze meses que o "Seu" Madruga tinha com seu senhorio, o que faz com que arrume das desculpas mais estranhas para não pagar o aluguel.
A personagem da Dona Neves veio preencher o vácuo deixado pela saída do Madruga, quando Ramón Valdez teve de se afastar da série devido a problemas de saúde. Infelizmente, nunca chegou aos pés do carisma de seu predecessor.



Jaiminho, o Carteiro (Jaimito) - Raul Padilla:
O carteiro nativo de Tangamandapio, uma cidade tão pequena que nem se encontra no mapa (a despeito do fato de dizer que sua terra natal tem dimensões similares às de Nova York), Jaiminho é o simpático e preguiçoso carteiro da vila, que trava eterna cruzada contra a fadiga. Como não sabe andar de bicicleta, carrega seu veículo de trabalho a tiracolo e sempre pede para que os destinatários das cartas que transporta procurem pelas mesmas em sua sacola, pois quer, com isso "evitar a fadiga".
Solteirão convicto, que se gaba de ter sido um grande Don Juan em tempos longínquos, Jaiminho tornou-se o alvo preferido das investidas amorosas da Dona Neves e um dos melhores amigos de Chaves. Infelizmente, a exemplo da Dona Neves, sua personagem teve vida curta.
Raul Padilla faleceu em 1994.




Godinez (idem) - Horário Gomes Bolaños:
Um dos alunos mais tapados da escola do Professor Girafales, Godinez é outra das personagens quase desconhecidas da série. A exemplo da menina Paty e sua tia Glória, participou de poucos episódios, mas sempre com tiradas hilárias.
Na vida real, Godinez era irmão de Roberto Bolaños e veio a falecer em 1999, vítima de problemas cardíacos.
Ow, recebi um e-mail hj muito massa ...
Pois é pois é pois é ..
Na verdade é uma notícia sobre o chaves


Ninguém contava com sua astúcia
Aos 74 anos, com seis filhos e doze netos, o ator e
diretor Roberto Gómez Bolaños, conhecido em mais de 30
países como o personagem Chaves, lança o livro de
poesia 'Y También Poemas', best seller imediato nos
países de língua espanhola. Agora, o autor quer
traduzi-lo para o Português



Chaves sai do barril de madeira onde vive e só vê por
perto Dona Florinda. Kiko, enfezado com tanta
gentalha, se mudou e não fala com ele há mais de 20
anos. Chiquinha brigou, chorou e deixou a vila
cuspindo fogo. Seu Barriga não tem mais de quem cobrar
aluguel desde que Seu Madruga morreu, em 1988, vítima
do mesmo vício que também levou a Bruxa do 71: o fumo.
Mas Dona Florinda está lá, firme, apaixonada e casada
há anos com o garotinho melancólico que cansou de
quebrar suas vidraças.
Seria este o último e mais real episódio do seriado
'Turma do Chaves' se Roberto Gómez Bolaños - diretor,
criador e intérprete do personagem infantil que se
tornou febre de uma inusitada audiência em mais de 30
países - resolvesse escrevê-lo. Aos 74 anos, seis
filhos, doze netos e casado com a atriz Florinda Meza,
a Dona Florinda, Bolaños faz uma demonstração de sua
astúcia quando ninguém parecia mais contar com ela.
Seu livro '...Y También Poemas', uma compilação de
versos que ele escreve há 25 anos, tem esgotado nos
países de língua espanhola. O autor estuda traduzi-lo
para o português de uma forma que não comprometa as
rimas.
Sua vida pode também ir para as páginas. Roberto
Bolaños avisa que pretende contar sua história em uma
cuidadosa autobiografia. "Vou respeitar as pessoas.
Não vou ser cínico", diz, em uma entrevista publicada
na internet.
Fora dos estúdios desde o final dos anos 90 - quando
os seriados deixaram de ser gravados em definitivo,
após a morte de Horácio Bolaños, irmão de Roberto,que
interpretava Godines - o ator virou um produtor em
série de poesia e outros textos.
Dona Florinda Meza é tão apaixonada pelo homem que a
dirigia no seriado que se deu ao trabalho de contar:
em 43 anos escrevendo, dizem seus cálculos, Bolaños
preencheu 63 mil folhas de papel, o que equivale a 2,4
milhões de linhas e 168 milhões de letras. Mas nenhum
desses roteiros chega aos pés de uma vida real que
ultrapassa os limites do dramalhão mexicano. Ou quase
ninguém teve paciência com Roberto Bolaños, ou Roberto
Bolaños não foi seguido pelos bons.
Chiquinha, que fora do seriado é María Antonieta de
Las Nieves, tem 54 anos e uma mágoa no peito quando
lembra de uma briga judicial que segue nos tribunais.
Maria Antonieta registrou em seu nome a personagem
Chiquinha, sem avisar Bolaños. Foi processada e
saiu-se no melhor estilo 'atriz-mexicana-ferida'.
"Estava muito mal, minha netinha estava doente, perdi
as economias de toda a minha vida na bolsa de valores.
E, para completar, sou processada", desabafou.
Sem a ingenuidade de Chaves, Bolaños respondeu às
perguntas feitas pelo JT por e-mail sem poupar Maria
"Chiquinha". "Ela foi minha amiga por muitos anos e eu
havia permitido que usasse a personagem Chiquinha em
todo o mundo, o que deve ter rendido uma fortuna da
qual jamais lhe pedi um centavo. Mas ela quis se
apropriar de maneira ilícita dos direitos. O que mais
me afetou foi a deslealdade, ela traiu minha
confiança."
Triângulo amoroso: Kiko, Chaves e Dona Florinda

Não é oficial, mas comenta-se que foi também por
traição que Carlos Villagrán, o Kiko, passou 20 anos
sem trocar palavras com Bolaños. A pivô da história:
Dona Florinda. Villagrán teve um caso com a atriz
antes de ela se casar com Bolaños. Mas Bolaños, na
época, já gostava de Florinda. A ferida nas três
pontas do triângulo amoroso passaria duas décadas
aberta até que a Televisa, emissora mexicana que
produziu o seriado, promoveu um reencontro para
homenagear Bolaños. Bolaños "Chaves" e Villagrán
"Kiko" apertaram as mãos, se abraçaram, foram para
suas casas e não se falaram mais.
Bolaños, por essas e outras, quer distância da tevê.
"Minha imagem continua muito viva por causa das
incansáveis repetições dos programas. Por isso acho
que este não é um momento para fazer tevê. Respeito
meu público e não quero que ele se canse com tanto
Chaves e Chapolin por toda a parte."
Sua decisão é louvável - mas inútil. Chaves e
Chapolin, no Brasil, seguem dando ao SBT ótimas
audiências e formando uma terceira geração que usa
camiseta vermelha, anteninha amarela e grita "não
contavam com minha astúcia" na sala. "Quem fala que
ele é um idiota não entende a mensagem. Só aprendi
coisas boas", diz Bruno Pires, 18 anos, criador do
site Tributo ao Chaves, que tem cem acessos por dia.
Se ele prefere Chaves ou Chapolin?
"Nenhum dos dois. Seu Madruga é o melhor."

JÚLIO MARIA
Jornal da Tarde

26 maio, 2003

Olha o que a TheFairy achou no google ...
" Este é um blog para eu descarregar meu stress, afinal sou uma pessoa psicologicamente afetada. "
http://www.patytag.blogger.com.br/
Putz , só rindo mesmo, e ela ainda falou que esse blog deveria ser meu .. heheheh


.:: Dica Do Dia ::.

Estou feliz porque recebi aumento sem pedir, sei que foi feito por lei, mas não tenho obitido notícias boas ultimamente ...
Estar apaixonada não significa entregar junto com o coração as rédeas da própria vida. O número de mulheres que acha que dedicação, carinho e perdão não combinam com amor próprio parece grande. E o mais preocupante é que a maior parte não se dá conta de que está colocando esses ingredientes numa proporção errada na relação. A justificativa dada pelos poetas de que “o amor tem razões que a própria razão desconhece” pode ser muito cômoda para quem tem medo de procurar a verdadeira razão de seus problemas, que quase sempre não é o outro, mas ela mesma.

É claro que o amor exige algumas doses de concessão e até de renúncia em seu favor. Mas quando alguém passa a errar a mão nesses componentes é sinal de que algo não vai bem, com a pessoa e com a relação. E, aí, as cenas de ciúmes, os constrangimentos e as humilhações passam a ser encarados como fatos normais para a manutenção do relacionamento. Esse tipo de drama, vivido por muitas mulheres, está agora na berlinda pela repercussão que a personagem Heloísa, da novela “Mulheres Apaixonadas”, de Manuel Carlos, vem tendo. Para o psicólogo Paulo Próspero, o problema dessas mulheres não é amar demais, mas sim serem inseguras demais. “Todos nós somos incompletos por natureza, por isso precisamos de coisas como o amor para nos levar ao progresso emocional. Mas quando essa necessidade do outro acontece de uma maneira desequilibrada é porque a pessoa não está lidando bem com ela mesma. E essas manifestações de desepero seriam uma forma de pedir ajuda ao outro, de mostrar o mundo interno dela”, diz ele.

Foi assistindo às atitudes da personagem que muitas mulheres vestiram a carapuça. Como aconteceu com a professora Suzana Miranda. E vesti-la, Suzana reconhece, foi o primeiro passo para se tornar uma mulher mais satisfeita. “Eu tinha complexo de estar acima do peso. Então, qualquer mulher magra que passasse, falasse, trabalhasse ou qualquer coisa com meu ex-marido, eu ficava pra morrer. A praia era um suplício, ficava vigiando o olhar dele. Conforme eu ia ficando ansiosa, acabava comendo mais e engordando, claro. Eu acabei vendo todos os meus fantasmas se concretizarem: começou a faltar respeito de ambas as partes, paciência por parte dele e amor, acho que dos dois. Meu casamento acabou”, conta ela, que diz ter tomado como primeira providência – depois da aquisição da carapuça para o guarda-roupa – partir para um spa. Depois se matriculou numa academia e não falta mais às sessões de análise. “O meu relacionamento tinha problemas como qualquer um. Mas a minha falta de estabilidade emocional pôs tudo a perder. Hoje, mais feliz comigo mesma, tento ponderar melhor meus relacionamentos e até fora eu já tô dando”, comemora Suzana.

A psiquiatra Maria Madalena Pizzaia, coordenadora do Centro de Atenção Diária, do Instituto de Psiquiatria da UFRJ, revela que amar demais é uma compulsão, como jogar e beber. Por isso o sucesso do grupo MADA – Mulheres que Amam Demais – que tem a sua dinâmica de tratamento baseada na de grupos como o Alcoólicos Anônimos. No entanto, essa compulsão de amar de forma errada pode acabar gerando diversos outros transtornos. “Essa relação disfuncional que ela tem com o parceiro pode desencadear depressão e outras compulsões como beber, comer e jogar. Acontece é que a maioria das mulheres acaba procurando tratamento por esses problemas e não pelo motivo principal, que era a relação conflitante com o outro”, diz Maria Madalena.

A causa de tantas confusões emocionais e sociais, pelas quais elas passam, está na atitude de colocar a vida da outra pessoa como centro das atenções e de relegar a sua sempre ao segundo plano. “Por causa do meu namorado fui perdendo o contato com meus amigos, perdi o interesse pelas pessoas e acabei ficando muito presa ao universo dele. Quando ele viajava a trabalho, eu me sentia como uma boneca sem dono numa prateleira. Estou percebendo como sou dependente dele e fico em pânico só de imaginar como seria se ele me deixasse. De uma certa forma, ele acabou nutrindo isso em mim”, confessa a analista de sistemas Mônica Fernandes. A psicóloga Ângela Kerber Marigny alerta para as relações simbióticas que essas mulheres tendem a estabelecer. “Elas não conseguem olhar para si mesmas. O foco está sempre na vida do outro, por isso elas tendem a assumir o papel de mãe, como protetora e que sempre perdoa, ou de filha, numa situação sempre de submissão e dependência”, revela Ângela.

Os efeitos dessa devoção desmedida quase sempre são devastadores como afirmou a psiquiatra Maria Madalena Pizzaia. Mas mesmo quando não chegam ao extremo de adquirir outros transtornos, a repercussão desse tipo de relação na vida de qualquer uma não se resume apenas às complicações amorosas. “A mulher que não acorda acaba passando a vida com sensações a respeito dela mesma muito ruins. Ela vai se achar sempre a vítima que foi injustiçada, vai ter sempre insatisfação pessoal, o que resulta numa má qualidade de vida”, finaliza Ângela Kerber.

23 maio, 2003

Encontro de bloguentos ?? Mas hein ? Tô sabendo dessa parada naum ...
Aliás não me chamam pra nada .. só recebo recado do recado do recado e aí eu vou de sapo .. hhehheh
Quando vc Clown e o Muzambinha ligarem para mim liguem mais de uma vez .. sou surda caray .. hehhehe
No mais é só ...
Hj não rola nada pq tenho que apresentar trabalho e amanha 07:00 tenho que estar na facul para a maratona de provas ...
no mais cof cof cof ...
Vazo ruim nao quebra só trinca ... aaeuaueaueu e